Um dia após o Tribunal de Contas da União (TCU) ter recomendado a rejeição das contas do governo de 2014 , a presidente Dilma Rousseff se reunirá pela primeira vez com a nova equipe ministerial, anunciada na reforma da última semana . A presidente se encontrará com os 31 ministros às 16h, no Palácio do Planalto. saiba mais Dilma anuncia reforma com redução de 39 para 31 ministérios A decisão do TCU representou uma derrota para o governo. O tribunal entendeu que houve irregularidades nas contas de 2014, como as chamadas "pedaladas fiscais". Agora caberá ao Congresso votar se aceita ou não a recomendação. Em último caso, a reprovação das contas pode suscitar uma abertura de processo de impeachment da presidente. A necessidade de ampliar o diálogo com a base aliada no Congresso foi um dos motivos alegados pela presidente para realizar a reforma ministerial. O tema da reprovação das contas passa a ser prioritário para a Presidência. No início da manhã desta...
Seis dias após o Tribunal de Contas da União (TCU) recomendar a rejeição das contas do ano passado do governo federal, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça-feira (13), em um evento em São Bernardo do Campo (SP), que a presidente Dilma Rousseff fez as chamadas "pedaladas fiscais" para pagar os programas Bolsa Família e Minha Casa, Minha Vida. Os atrasos nos pagamentos dos benefícios a bancos públicos foi um dos principais argumentos utilizados pelos ministros da Corte de fiscalização para recomendar ao Congresso Nacional a rejeição das contas da petista de 2014. Por causa do adiamento das transferências a instituições financeiras como a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e BNDES, esses bancos tiveram de usar recursos próprios para honrar os programas federais, em uma espécie de "empréstimo" ao governo. Essa manobra contábil foi classificada de “pedalada fiscal”. "Agora, estou vendo a Dilma ser atacada pela...
Brazil is in tatters. The economy is in a deepening recession: Last Tuesday, Moody’s downgraded Brazil’s credit rating to just about junk. A massive corruption scandal involving the national oil company Petrobras has ensnared scores of politicians and businessmen. The legislature is in revolt. President Dilma Rousseff’s popularity rating, less than a year after her re-election, is down to one digit, and nationwide protests on Sunday reverberated with calls for her impeachment. In all this turbulence, it is easy to miss the good news: the fortitude of Brazil’s democratic institutions. In pursuing bribery at Petrobras, federal prosecutors from a special anticorruption unit of the Public Ministry have not been deterred by rank or power, dealing a blow to the entrenched culture of immunity among government and business elites. Former Petrobras executives have been arrested; the wealthy chief executive of the construction giant Odebrecht, Marcelo Odebrecht, is under arres...
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